Desde que o governo Lula foi eleito para o seu terceiro mandato, um movimento coordenado pela extrema direita, usando bolsonaro e seus inescrupulosos seguidores como ponta de lança, tem se dedicado a espalhar mentiras, distorções e teorias conspiratórias com um objetivo claro: desestabilizar o governo federal, sem qualquer compromisso com a verdade e, muito menos, com o bem-estar social e a soberania do país.
Essa prática não é nova. Durante seus quatro anos no poder, bolsonaro apostou sistematicamente na desinformação como instrumento de governo:
Agora, fora do cargo e desmoralizado diante das instituições, a mesma estratégia de apostar na desinformação virou arma de sabotagem contra os avanços sociais, econômicos e diplomáticos que o governo Lula vem tentando reconstruir;
Após o desmonte brutal promovido pelo bolsonarismo contra os interesses e as necessidades do povo brasileiro e a soberania política e econômica nacional, entre 2019 e 2022.
Entre as mentiras mais recorrentes está a acusação de que o Brasil estaria “virando uma ditadura comunista” sob o comando de Lula, um discurso vazio – reciclado do anticomunismo tosco da Guerra Fria – usado para insuflar medo e justificar ataques à democracia:
Falando em censura, enquanto espalham fake news livremente pelas redes sociais;
“Gritando” por liberdade de expressão, mas atacando jornalistas, artistas e professores que defendem posições diferentes dos absurdos por eles preconizados.
Outra farsa constante é a de que o governo Lula estaria “quebrando o país”, quando os dados mostram o oposto:
A inflação está controlada, o desemprego segue em queda, e o país voltou a atrair investimentos;
Programas sociais como o Bolsa Família foram fortalecidos e o novo PAC está em pleno andamento, com uma política industrial ativa em curso, voltada à reindustrialização e à inovação tecnológica.
Tudo isso incomoda os bolsonaristas, pois, além de ser o oposto do que sempre fizeram e defendem, os dados revelam como é possível crescer com inclusão, planejamento e buscando exercer soberania.
A verdade é que o bolsonarismo é um movimento entreguista, submisso aos interesses dos Estados Unidos e do capital financeiro transnacional:
Um projeto que aposta no caos, no boato e na mentira porque não tem compromisso com o Brasil real;
O Brasil dos trabalhadores e das periferias, do povo que acorda cedo para ganhar o pão todos os dias, e quer apenas viver com dignidade.
Enfim, enquanto bolsonaro gastava bilhões em emendas secretas para aliados políticos e fazia motociatas desperdiçando dinheiro público, Lula percorre o Brasil entregando resultados concretos à população, tais como:
A valorização do salário mínimo voltou a ser prioridade, com aumento real acima da inflação — uma medida que beneficia diretamente trabalhadores de baixa renda e aposentados;
E também investindo na formalização do trabalho, na capacitação técnica e na reconstrução da indústria nacional, sabotada pela política neoliberal fracassada – em curso no Brasil há anos.
Sob a liderança de Lula, por exemplo, o Bolsa Família foi retomado com um valor mínimo de R$ 600,00, acrescido de benefícios por criança, adolescente e para mães chefes de família. Não se tratando apenas de transferência de renda, mas de dignidade, o programa voltou com a exigência de vacinação e frequência escolar, resgatando a lógica de proteção integral às famílias. Enquanto o Novo PAC reativou obras paradas em todo o país: escolas, hospitais, creches, moradias populares e infraestrutura urbana.
E mais. Programas como o Mais Médicos e o Minha Casa, Minha Vida foram revitalizados, levando saúde básica e moradia digna às regiões mais esquecidas, e o acesso ao ensino superior e técnico está sendo ampliado, com a reestruturação do FIES, do PROUNI e da rede federal de institutos.
Ou seja, enquanto Lula tenta construir um Brasil mais justo e humano, bolsonaro espalha mentiras, dizendo que defende a liberdade, quando na verdade tentou um golpe; falando que “defende a família”, quando destruiu políticas públicas que protegem mães solo, crianças pobres e comunidades indígenas; falando em pátria, mas atuando ativamente para desmontar a soberania nacional, vendendo ativos estratégicos e atacando a ciência, a cultura e o meio ambiente.
Em síntese, os quatro anos de governo bolsonaro foram marcados por crise econômica, desmatamento recorde, descaso com a pandemia e um projeto autoritário fracassado. Já Lula tem entregas, tem política pública, tem resultados. E, acima de tudo, tem o apoio de quem mais importa: o estrato mais vulnerável e desfavorecido do povo brasileiro.
É por isso que os bolsonaristas precisam mentir: porque não têm legado.
E agora que estão apelando para o falso discurso de que sofrem perseguição, rugindo porque estão em declínio: vociferam, porque perderam, mentem, porque a verdade os condena, e criam narrativas “fantasiosas”, porque não podem admitir que, com Lula, o Brasil voltou a andar para frente, de cabeça erguida – com o povo no centro das decisões – e a democracia como guia.
Mas enquanto espalham ódio, Lula, apesar das limitações e dificuldades (internas e externas) do seu governo, entrega esperança, com o fortalecimento de políticas sociais e o combate à fome e à miséria, investimentos na geração de emprego e melhora da renda, e valorização da educação e da saúde pública, reconstruindo a infraestrutura nacional e estabelecendo o reposicionamento do Brasil como protagonista no cenário internacional.