Traidores da Pátria: Ventríloquos do Capital Estrangeiro Ocupam o Legislativo. Por Ricardo Guerra

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O Congresso Nacional, que deveria ser a casa do Povo Brasileiro, está ocupado — em boa parte — por canalhas, entreguistas e malfeitores travestidos de deputados:

  • Não representam a soberania nacional;
  • Não representam os trabalhadores, os jovens, os pobres, os negros, os indígenas… nem o Brasil profundo que resiste e constrói este País todos os dias — apesar deles.

São operadores do caos — ventríloquos do capital estrangeiro. Cúmplices de um Brasil sem projeto, sem indústria, sem ciência, sem futuro:

  • Uma abjeta corja que apenas representa interesses escusos de banqueiros, latifundiários e lobistas internacionais;
  • Mas, que, sobretudo, representa a continuidade e a intensificação de um projeto de desmonte nacional.

Apresentam-se como defensores da família, da ordem, da moral — mas o que praticam, na verdade, é o desmonte da Constituição, a sabotagem das políticas públicas e o retrocesso civilizatório.

Enquanto o Povo clama por saúde, moradia, educação e transporte digno, eles articulam manobras legislativas para enfraquecer o Executivo, atacar programas sociais e entregar nossas riquezas:

  • Já fizeram isso com o pré-sal, com a reforma trabalhista, com a Previdência;
  • E agora querem mais — querem inviabilizar qualquer ação popular do governo, sufocar a democracia pela via institucional, e transformar o Brasil permanentemente em colônia.

Esses falsos representantes estão a serviço de interesses que nada têm a ver com o Povo. O que realmente desejam proteger, são seus privilégios, suas benesses, seus financiadores e suas campanhas milionárias.

É preciso nomeá-los pelo que são: traidores da pátria. E contra esse tipo de traição não cabe neutralidade.

O Brasil precisa de soberania, desenvolvimento, justiça social e democracia real — e isso exige um confronto direto com o parasitismo político que ocupa o Parlamento.

A história há de julgá-los, mas nós não podemos esperar tanto. É hora de mobilização, de denúncia, de coragem. O Brasil não será restaurado com covardia.

Não estamos falando de abstrações — essa corja tem nome, partido e projeto:

  • Estão no PL, no PP, no Republicanos e em setores fisiológicos do MDB, do PSD e do União Brasil;
  • São figuras como Arthur Lira, que transforma o parlamento em balcão de negócios, Nikolas Ferreira, que banaliza a política com espetáculo e fake news, Ricardo Salles, que atuou contra o meio ambiente para beneficiar grileiros e mineradoras, Zambelli, Mourão, Damares, Tarcísio, Michelle Bolsonaro… — todos cúmplices de um mesmo programa entreguista, reacionário e antinacional.

Movimentos como o MBL, o Vem Pra Rua e think tanks como o Instituto Millenium, o Instituto Liberal e até a Transparência Internacional atuam como braços ideológicos dessa ofensiva: travestem o neoliberalismo de “liberdade”, e à dependência externa do Brasil, chamam de “modernização”.

Estão todos a serviço da elite rentista, dos fundos abutres e dos interesses geopolíticos de Washington. Não há país no mundo que tenha se desenvolvido dando ouvidos a esse tipo de gente.

O Brasil precisa escolher: ou reconstrói sua soberania e rompe com esse projeto neocolonial, ou continuará refém de traidores que odeiam o Povo e temem a democracia.

A hora é agora. Quem se cala diante dessa corja entreguista, consente.

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