A nova pesquisa Quaest trouxe uma inflexão decisiva no tabuleiro político brasileiro:
- O presidente Lula conseguiu reverter o ciclo negativo de aprovação;
- Recolocando-se no centro da disputa eleitoral de 2026 e diminuindo a distância entre aprovação e rejeição.
O Brasil atravessa um contexto de pressões externas intensas e, enquanto a oposição, que vinha apostando no desgaste do governo, perdeu vigor e unidade — este dado carrega em si um sinal profundo:
- A sociedade brasileira está reagindo às medidas concretas propostas pelo governo;
- E reconhecendo que, em tempos de crise global, só um Estado Forte e Soberano pode proteger o Povo.
Como a cada vez que o Brasil ousa se afirmar como Nação Independente, surgem novas tentativas de enquadramento e retaliação:
- Está ficando cada vez mais claro que, com a escalada das tarifas impostas pelos Estados Unidos, a instabilidade do dólar e os reflexos inflacionários, a globalização neoliberal não garante estabilidade nenhuma;
- Ao contrário, ela gera, sim, mais dependência e vulnerabilidade.
Nesse ambiente hostil, a liderança de Lula está se fortalecendo e o Povo começa a perceber quem está disposto a defender o Interesse Nacional e quem atua como porta-voz de interesses externos e do rentismo interno.
A pesquisa ainda mostra que a economia voltou a ser o centro gravitacional da política brasileira e não se trata apenas de estatísticas sobre PIB ou câmbio: trata-se do cotidiano das famílias, do emprego do trabalhador, do preço da comida na mesa, da sobrevivência das pequenas e médias empresas e da reindustrialização do país.
O povo quer soluções concretas — e o lulismo tem no seu DNA a capacidade de articular crescimento econômico com inclusão social. Mas é preciso ir além.
O Brasil não pode se limitar a administrar crises e deve Assumir de Forma Radical e Corajosa uma Agenda Nacional-Popular. Radicalizar, nesse contexto, não significa extremismos vazios, mas ousadia para enfrentar os interesses do capital financeiro e dos oligopólios estrangeiros que drenam nossas riquezas.
Enfim, é hora de colocar a Soberania no centro da política econômica:
- Controlar o câmbio, reduzir a dependência do dólar, investir pesado em ciência, tecnologia e inovação;
- Reindustrializar o País, Fortalecer a Agricultura Familiar e garantir (para todos) Transporte, Saúde e Educação Públicos de Qualidade.
A oposição está fragilizada, mas não derrotada. Ela seguirá alimentando o discurso do medo e da submissão:
- Cabe, portanto, ao campo progressista, sob a liderança de Lula, organizar a esperança;
- E mostrar que não existe futuro para o Brasil fora da trilha da Soberania e da Justiça Social.
O recado da pesquisa Quaest é cristalino — quando o governo governa para o povo, o povo responde:
- Mas, se quisermos uma vitória sólida em 2026, não basta apenas recuperar a aprovação;
- É necessário incendiar o coração da Nação com uma Agenda Transformadora, Nacional-Popular.
Chegou a hora de Lula e do Povo Brasileiro radicalizarem as pautas nacionalistas de esquerda: enfrentar o rentismo, desafiar os ditames estrangeiros e construir, juntos, um Brasil soberano, Justo e Popular.
O futuro não nos será dado de presente – será conquistado, com Coragem, Mobilização e Luta.

