O dia 24 de agosto é mais que uma data no calendário: é o dia em que a história brasileira foi selada com sangue, coragem e resistência – o marco da entrega de um Estadista que mudou a história do Brasil, Getúlio Vargas:
- O homem que, diante da pressão do imperialismo e da desavergonhada elite local entreguista, preferiu tirar a própria vida a ver sua obra destruída;
- Um gesto que não foi apenas pessoal – foi um ato de Defesa da Soberania Nacional e dos Direitos do Nosso Povo.
Hoje, mais de que nunca, em meio a um cenário de ataques disfarçados de tarifas, pressões internacionais, operações psicológicas e guerra híbrida, quando o Brasil volta, vorazmente, a ser alvo da investida dos abutres imperialistas (representantes do capital internacional e mesmas forças que desde sempre atacam o Brasil) – a conjuntura exige novamente coragem histórica, como a de Getúlio.
O momento é delicado, exige bravura e inteligência para o seu enfrentamento – e, também, muita capacidade de mobilização, para que seja possível extrapolar as medidas paliativas implementadas nos últimos tempos, frente a abordagem colonizadora dos nossos algozes, e, definitivamente, alçar o Brasil à condição de Nação Livre e Soberana.
Reviver Getúlio, portanto, significa isso – mais que prestar homenagem – agir na prática para resgatar a Centralidade do Trabalho, da Produção e da Soberania:
- Transformar o seu legado em políticas concretas;
- E em iniciativa para a elaboração de um Projeto de futuro Pujante e Soberano para o Brasil.
O PT, no comando do governo – e, também, como principal partido de esquerda da América Latina – precisa liderar essa iniciativa, reencontrando suas raízes no Trabalhismo e na luta anti-imperialista:
- Beber, verdadeiramente na fonte do Nacional-Trabalhismo, posicionando-se corajosamente como herdeiro desse legado;
- Reafirmando, dessa forma, a aliança entre Estado, Povo e Desenvolvimento Nacional.
Enfim, reviver Getúlio hoje é convocar o Brasil a assumir seu destino, e unir Lula e o Povo Trabalhador em um Projeto que não se curva ao capital estrangeiro, ao rentismo e às elites que sempre sonharam em nos ver ajoelhados.
Um Projeto que esteja orientado para:
- A reindustrialização do Brasil;
- A recuperação do controle da energia e dos setores estratégicos;
- A valorização do Trabalho e o enfrentamento ao rentismo;
- A garantia de um modelo de comunicação soberana;
- E a integração à América Latina e ao Sul Global.
Getúlio tombou para que o Brasil não se ajoelhasse. E o seu sacrifício não pode ser apenas memória, mas, sim, farol:
- O estampido do tiro em seu peito ainda ecoa na história – e precisa ser ouvido, nesse momento em que o Brasil volta a ser ameaçado;
- Inspirando Lula e toda a esquerda a ousarem mais em defesa do Brasil.
Lula e o Povo Brasileiro têm agora a missão de levantar essa bandeira e cumprir o destino de uma Pátria Livre, Justa e Soberana sonhada por Getúlio.
Viva Getúlio! Viva Lula! Viva o Brasil!


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