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STF Veste Brizola E Defende Lagalidade Contra Golpe Fascista. Por César Fonseca

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 Foto STF

Os golpes políticos na história do Brasil são reiterados como ameaças permanentes à democracia, sempre acossada pelo fascismo; nesse momento histórico, por exemplo, o STF faz o papel que Brizola desempenhou em 1961 na campanha da legalidade; com apoio do terceiro exército, no Rio Grande do Sul, Brizola resistiu ao golpe e garantiu a posse de Jango Goulart, em 1963; campanha da legalidade foi o maior movimento de resistência à direita e ultradireita vencida por Brizola; o presidencialismo venceu o parlamentarismo golpista com a resistência brizolista nacionalista; em seu relatório, politicamente, nacionalista, soberano, contra o golpe bolsonarista, o ministro Alexandre de Moraes, em linguagem jurídica, repetiu Brizola em termos políticos aos inimigos da democracia: non passaram; a resistência brizolista garantiu a democracia ameaçada pelos militares golpistas, aliados dos Estados Unidos, e abriu espaço para o crescimento do nacionalismo.

MOMENTO HISTÓRICO

Mutatis mutandis, o nacionalismo brasileiro, que renasce como resistência ao trumpismo protecionista imperialista, com Lula, aliado dos Brics, repete a história com novos ingredientes e circunstâncias; Lula, ao lado da força progressista representada pelo STF, enfrenta um Congresso dominado por forças anti nacionalistas, fascistas pró-Trump; Lula Legalidade e Brizola Legalidade, tudo a ver; representam as forças políticas que enfrentam o fascismo bolsonarista aliado ao presidente dos Estados Unidos, na disputa presidencial em 2026; o lulismo enfrenta o fascismo bolsonarista e o entreguismo das elites conservadoras majoritárias no legislativo, aliadas do imperador Donald Trump, que impõe ao Brasil o tarifaço imperialista; o bolsonarismo encarna o trumpismo golpista, como o que pretende derrubar, nesse instante, o governo Maduro, da Venezuela; o bolsonarismo, como descreve relatório de Alexandre de Moraes, é fascista; seu compromisso é com a ilegalidade democrática, como comprova a tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023, cujos artífices estão sendo julgados no STF; a trama golpista está comprometida com uma ordem econômica contra a qual Lula luta no cenário dominado pela financeirização econômica, promotora de concentração e desigualdade, que embalam o fascismo.

ANISTIA AO FASCISMO

O Congresso, de viés fascista, dominado pela ultradireita e direita antidemocráticas, levanta, no cenário do julgamento dos bolsonaristas golpistas, a bandeira antidemocrática; mostra-se propenso à ilegalidade constitucional, ao praticar, abertamente, semipresidencialismo inconstitucional; o legislativo está na ilegalidade política ao abraçar a bandeira ilegal da Anistia, negação da democracia; a descrição dos crimes do bolsonarismo no poder, expostos pelo relatório de Alexandre de Moraes, que retrata tentativa de golpe de Estado, alinhando-se ao roteiro de acusações encaminhadas pelo Procurador Paulo Gonet, é a exposição do bolsonarismo fascista em ação, amplamente apoiado pelo presidente dos Estados Unidos.

STF: HERÓI DEMOCRÁTICO

A democracia representativa está tendo o seu herói político no momento histórico ameaçado pelo fascismo: o STF; ele condena a tática fascista da direita e ultradireita a serviço de Trump, para aprovar a anistia aos golpistas de 8 de janeiro de 2023; os juízes levantaram o escudo da legalidade contra o bolsonarismo que está sendo condenado no tribunal maior por ter traído a democracia; os traidores estão tendo o seu encontro decisivo com a história que os condena; o STF, portanto, ergue-se como a resistência democrática burguesa contra o fascismo; ela estaria destruída, se o bolsonarismo tivesse vencido o lulismo em 2022; Lula é o estado democrático de direito que Bolsonaro quis destruir com sua gang de golpistas; a superestrutura jurídica democrática brasileira, nesse momento histórico, assenta-se no lulismo democrata radical, comprometido com infraestrutura econômica socialmente includente; o oposto, o fascismo bolsonarista-trumpista é, como o bolsonarismo no poder comprovou, a destruição da democracia e a hegemonia do autoritarismo; o trumpismo está sofrendo derrota política histórica no Brasil por conta do posicionamento político de classe do STF, sintonizado com a soberania nacional, constitucionalmente, assegurada pela carta de 1988; o bolsonarismo, politicamente, sofre sua maior derrota, depois da que sofreu para Lula, em 2022.

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