Após um longo período de sombra política, econômica e moral, o Brasil começa a reencontrar sua rota de soberania, trabalho e justiça social — e o País volta a ver o nascer de seu próprio sol:
- Um sol que não é o reflexo das migalhas oferecidas por potências estrangeiras, nem do brilho artificial que reluz nas capciosas lunetas desta fantasiosa entidade chamada mercado;
- Mas, sim, a luz da vontade nacional de retomar o comando soberano do próprio destino.
A expressão “Terra à vista” representa o grito simbólico de um Povo que, após anos à deriva, volta a enxergar o contorno firme de sua própria Pátria.
“O Sol da Pátria Brasil” é a metáfora para um País que, após ter sido submetido ao desmonte do Estado, à destruição das políticas públicas e sociais e à captura do orçamento pelos interesses do rentismo, reencontra o caminho da reconstrução nacional:
- É o símbolo da soberania recuperada;
- Da dignidade social restabelecida;
- E da reindustrialização como projeto de futuro.
Uma metáfora que também significa a mudança na correlação de forças política:
- O enfraquecimento do bolsonarismo e de sua lógica de subserviência externa e estupidez como forma de governar;
- E a retomada do Brasil da sua capacidade de dialogar de forma soberana com o mundo — reconstruindo alianças no Sul Global e reafirmando sua voz nos fóruns internacionais.
É a Pátria que volta a se afirmar não pelo discurso vazio do nacionalismo retórico, mas pela ação concreta do Estado em favor da maioria:
- Ação que se traduz pelo trabalho valorizado, o alimento no prato e a educação estabelecida como prioridade;
- E, também, pela indústria que volta a produzir, sob a perspectiva da integração regional e nacional — e o Nordeste que volta a ser valorizado e a crescer junto com todo o País.
Não se trata, portanto, de ufanismo — mas de consciência histórica:
- O Brasil foi chamado, mais uma vez, a decidir se quer ser nação independente ou território perenemente explorado — e o governo Lula, com todas as suas contradições, recoloca o País nessa confluência de rotas;
- Novamente, há luz suficiente para enxergar novos rumos em direção a um futuro promissor e pujante.
No governo Lula, desponta — no horizonte — o prenúncio de uma nova travessia:
- Depois de tantos anos em “mar revolto” — entre “tempestades” neoliberais, “ondas” de desinformação e “ventos” contrários à soberania;
- O Brasil volta a tomar o “leme” do seu próprio destino e o Estado volta a cumprir o seu papel de indutor do desenvolvimento econômico, humano e social.
Assim, como os navegadores um dia anunciaram o começo de uma era com o grito de “terra à vista!”, o Povo Brasileiro hoje pode reconhecer, ao longe, o contorno firme de uma Pátria reencontrada — em busca de Justiça, Solidariedade e Soberania.
O Estado voltou a ser o farol do Povo e o País está reencontrando o seu rumo: o Sol voltou a nascer — e, desta vez, é o próprio brilho do Brasil que ilumina o caminho.
