Home Brasil “Terra à Vista!”: O Sol da Pátria Brasil. Por Ricardo Guerra

“Terra à Vista!”: O Sol da Pátria Brasil. Por Ricardo Guerra

Soberania, Reconstrução e o Renascimento do Estado Brasileiro

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Após um longo período de sombra política, econômica e moral, o Brasil começa a reencontrar sua rota de soberania, trabalho e justiça social — e o País volta a ver o nascer de seu próprio sol:

  • Um sol que não é o reflexo das migalhas oferecidas por potências estrangeiras, nem do brilho artificial que reluz nas capciosas lunetas desta fantasiosa entidade chamada mercado;
  • Mas, sim, a luz da vontade nacional de retomar o comando soberano do próprio destino.

A expressão “Terra à vista” representa o grito simbólico de um Povo que, após anos à deriva, volta a enxergar o contorno firme de sua própria Pátria.

“O Sol da Pátria Brasil” é a metáfora para um País que, após ter sido submetido ao desmonte do Estado, à destruição das políticas públicas e sociais e à captura do orçamento pelos interesses do rentismo, reencontra o caminho da reconstrução nacional:

  • É o símbolo da soberania recuperada;
  • Da dignidade social restabelecida;
  • E da reindustrialização como projeto de futuro.

Uma metáfora que também significa a mudança na correlação de forças política:

  • O enfraquecimento do bolsonarismo e de sua lógica de subserviência externa e estupidez como forma de governar;
  • E a retomada do Brasil da sua capacidade de dialogar de forma soberana com o mundo — reconstruindo alianças no Sul Global e reafirmando sua voz nos fóruns internacionais.

É a Pátria que volta a se afirmar não pelo discurso vazio do nacionalismo retórico, mas pela ação concreta do Estado em favor da maioria:

  • Ação que se traduz pelo trabalho valorizado, o alimento no prato e a educação estabelecida como prioridade;
  • E, também, pela indústria que volta a produzir, sob a perspectiva da integração regional e nacional — e o Nordeste que volta a ser valorizado e a crescer junto com todo o País.

Não se trata, portanto, de ufanismo — mas de consciência histórica:

  • O Brasil foi chamado, mais uma vez, a decidir se quer ser nação independente ou território perenemente explorado — e o governo Lula, com todas as suas contradições, recoloca o País nessa confluência de rotas;
  • Novamente, há luz suficiente para enxergar novos rumos em direção a um futuro promissor e pujante.

No governo Lula, desponta — no horizonte — o prenúncio de uma nova travessia:

  • Depois de tantos anos em “mar revolto” — entre “tempestades” neoliberais, “ondas” de desinformação e “ventos” contrários à soberania;
  • O Brasil volta a tomar o “leme” do seu próprio destino e o Estado volta a cumprir o seu papel de indutor do desenvolvimento econômico, humano e social.

Assim, como os navegadores um dia anunciaram o começo de uma era com o grito de “terra à vista!”, o Povo Brasileiro hoje pode reconhecer, ao longe, o contorno firme de uma Pátria reencontrada — em busca de Justiça, Solidariedade e Soberania.

O Estado voltou a ser o farol do Povo e o País está reencontrando o seu rumo: o Sol voltou a nascer — e, desta vez, é o próprio brilho do Brasil que ilumina o caminho. 

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