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Em 2022 Vencemos a Milícia e a Barbárie — Em 2026 Precisamos Vencer A Agenda do Atraso, da Submissão e do Entreguismo. Por Ricardo Guerra

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Em 2022 o Brasil deu ao mundo uma lição de coragem democrática, enfrentando um projeto autoritário sustentado por fake news, fanatismo religioso e milícias infiltradas nas instituições:

  • O Povo Brasileiro enfrentou a barbárie, não com armas;
  • Mas com votos, consciência e esperança.

Naquele momento, a vitória de Lula representou muito mais que o retorno de um líder popular carismático e preocupado com os problemas sociais do País:

  • Foi a reafirmação do poder civil sobre o obscurantismo;
  • E da democracia sobre a barbárie. 

O desafio agora vai ser consolidar essa vitória em 2026:

  • Reconstruir o Estado;
  • Desmilicianizar, de vez, as estruturas de poder;
  • E fortalecer as instituições, devolvendo ao Povo Brasileiro, de forma perene, o que lhe pertence — o direito de viver com dignidade, segurança e justiça.

Vencer a milícia e o extremismo é um processo relacionado ao atraso, a submissão e ao entreguismo determinados pela agenda imperialista para o nosso País.

Em 2022 foi dado um passo importante, mas, se quisermos permanecer com uma agenda verdadeiramente Soberana, Nacionalista e voltada ao Povo e aos Trabalhadores Brasileiros, precisamos reconstruir as bases materiais da Nação:

  • Isso significa apostar em um modelo de nacionalismo econômico que vá além de partidos e ideologias;
  • E construir um projeto de Estado que una o País em torno da Produção, do Trabalho, da Ciência e da Soberania.

O Brasil precisa voltar a fabricar o que consome, dominar suas cadeias produtivas e explorar suas riquezas com responsabilidade para garantir que o fruto delas sirva, antes de tudo, ao bem-estar do Povo Brasileiro.

Soberania não é simplesmente um discurso — é a capacidade de decidir o próprio destino:

  • Nenhum país é verdadeiramente livre quando depende de importações para alimentar sua indústria;
  • Ou quando suas riquezas naturais são entregues ao capital estrangeiro em nome de uma suposta “eficiência de mercado”.

O desafio, portanto, é estrutural – transformar o Brasil em uma Nação economicamente independente, socialmente justa e tecnologicamente avançada:

  • Isso exige reindustrialização;
  • Fortalecimento das empresas públicas;
  • Investimento em pesquisa e inovação;
  • E uma política de crédito e juros voltada à produção e não à especulação.

O futuro pertence aos países que acreditam em si mesmos. E o Brasil tem todas as condições de liderar essa nova era. Para isso, é preciso manter viva a chama da soberania e a convicção de que desenvolvimento e justiça social não são opostos, mas partes inseparáveis do mesmo caminho.

Em 2026, o Brasil terá novamente diante de si uma encruzilhada histórica — decidir se continua o caminho da reconstrução nacional ou se entrega, outra vez, o futuro às forças que o destruíram.

Será o momento de provar que a vitória de 2022 não foi um acaso, mas o início de uma nova consciência política — uma consciência que entende que soberania não se terceiriza, democracia não se negocia e que o Brasil não está à venda.

A verdadeira revolução brasileira é a da consciência: 

  • Consciência do trabalhador que compreende seu papel na economia;
  • Do jovem que acredita no poder da ciência;
  • Do agricultor que vê na terra um Patrimônio Nacional;
  • E do Povo que reconhece no Estado o instrumento legítimo de seu próprio progresso.

Em 2022, vencemos a milícia e a barbárie, mas em 2026, precisamos vencer a agenda que está por trás de tudo isso, valorizando o Trabalho e a Produção com Soberania: superar o atraso, a submissão e o entreguismo e viabilizar o Pleno Desenvolvimento do Brasil.

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