Horas impactantes no Palácio Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, a convite do General Almeida Júnior, diretor do Departamento do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército, a quem conheci quando comandava a 16a Brigada de Infantaria da Selva, a Brigada das Missões, em Tefé, no Amazonas.
O Brasil pulsa no Palácio Duque de Caxias. Tudo é história, tudo é honra, tudo é futuro.
O trabalho desenvolvido pelo DPHCEx é nobre.
A Biblioteca do Exército (Bibliex), por exemplo, fundada em 1881, pelo Ministro da Guerra, o advogado baiano Franklin Américo de Menezes Dória, o Barão de Loreto, e instalada em 1882 com a presença de Dom Pedro II.
Em 1937, sobre o governo de Getúlio e por inspiração do General Valentim Benício da Silva, a biblioteca passa a ser também uma editora, em ciências militares, geopolítica, história do Brasil e do mundo. Eu saí da visita com alguns presentes valiosos.
Dentre eles, três livros do general Meira Mattos sobre geopolítica, um sobre a luta pela paz no Congo e um sobre o novo estado chinês sob Xi Jinping.
A biblioteca é também um dos mais antigos clubes de livro do mundo.
O assinante recebe em sua casa mensalmente e a preços módicos grandes títulos.
Enquanto muitos se desorientam em lutas fraticidas em torno de agendas estranhas ao destino nacional, quase sempre orientadas por interesses estrangeiros, milhões de brasileiros cumprem o seu dever e honram a Pátria.
Nas horas em que passei no Palácio Duque de Caxias conheci gente honrada, trabalhadora, feliz no cumprimento do dever.

