Acabei de ver hoje (01/01/26) na TV, em um dos canais da Sky, o documentário (seriado) “Bateu Mouche, naufrágio da justiça” – que não é novo, mas como diz a repórter Elenilce Bottari, é um retrato do Brasil.
No nufragio morreram 56 pessoas que pretendiam assistir do mar a queima de fogos no réveillon de Copacabana de 1988 que estavam em um barco construído para levar 36 pessoas mas graças a “reformas”, todas elas feitas por curiosos (e não por engenheiros navais), teve a sua lotação aumentada para 153 pessoas com o beneplácito das autoridades da Marinha que deveriam fiscalizar e não permitir o absurdo que foi feito.
Por conta da ganância dos donos do barco, empresários espanhóis.
Muito bom.
Lembro que no dia da tragédia estava de plantão no Globo.
Lembro muito bem, mas vendo hoje em perspectiva o que aconteceu – confesso que é revoltante a absolvição dos responsáveis pela tragédia até os dias de hoje.
E o fato da “justissa’ ainda por a culpa no capitão do barco (que morreu) e nos garçons do ‘Bateau mouche’.
Revoltante.
Realmente, como diz o título, naufrágio da justica.

