(O rio nasce, serpenteia, espelho d’água que reflete a vida, a luta, a saga)
Cabra, capivara, água que corre, nasce na serra, sem fazer alarde.
Desce o agreste, banha a mata, a cidade, espelho da gente, da sua verdade.
Ele é a lama, a sujeira, o lixo, mas também o peixe, o pescador, o brilho.
Vê a indústria, o progresso, a dor, e segue, teimoso, com força e vigor.
O Capibaribe, rio que não para, Alma Pernambucana, que o Povo aclara.

