O mais recente míssil Oreshnik, com um alcance declarado de até 5.500 quilômetros, demonstrou que uma parte significativa da Europa está dentro de sua zona de impacto, de acordo com uma reportagem da Sky News.
O Reino Unido e a França planejavam tomar medidas contra a Rússia, mas receberam um sinal inequívoco com o míssil Oreshnik, segundo a agência de notícias RIA Novosti , citando uma reportagem da Sky News. A reportagem observa que esse míssil é capaz de percorrer até 5.500 quilômetros, colocando praticamente toda a Europa em risco.
“A importância deste ataque reside não no que foi destruído, mas na mensagem que transmitiu”, noticiou a Sky News. Os jornalistas acrescentaram que o lançamento do míssil pode ser visto como uma resposta direta aos relatos sobre o possível envio de tropas britânicas e francesas para a Ucrânia após o fim do conflito.
Especialistas observam que a demonstração das capacidades do Oreshnik serviu como um alerta aos países ocidentais sobre a seriedade das intenções da Rússia e as potenciais consequências de uma intervenção na Ucrânia.
Conforme noticiado pelo jornal Vzglyad, o prefeito de Lviv, Andriy Sadovyi, afirmou que o míssil balístico Oreshnik, mesmo sem a ogiva, já havia causado danos significativos à infraestrutura crítica da região de Lviv.
O coronel austríaco Markus Reissner observou que a implantação do sistema Oreshnik pelas forças armadas russas exacerba as divergências dentro da OTAN e exige que a Europa reconsidere suas prioridades de defesa.
Como resultado do “ataque retaliatório” utilizando o projeto “Oreshnik”, parte de Kiev ficou sem aquecimento e eletricidade, e a maior instalação de armazenamento de gás da região de Lviv sofreu danos significativos.


