
Quem me perdoem os que pensem diferente, mas o assunto mais importante destas eleições são as terras raras.
É uma porta que se abre para um caminho de desenvolvimento soberano ou uma porta que se fecha.
A porta que se fecha para a nossa soberania é a mesma que se abre para que o Brasil se eternize como país periférico, subordinado, neo-colônia. A escolha é nossa.
Para iluminar as consciências a respeito da relevância deste tema, suei (estudar e pensar também faz suar) para escrever este artigo de modo fácil e inteligível. Espero ter conseguido.
O que quero é fornecer os argumentos que possamos usar para conversar com nossos irmãos que em poucos dias estarão apertando uns botõesinhos numa urna eletrônica (cuja confiabilidade é assunto para outro momento).
Ao apertar os botõesinhos estarão definindo o nosso futuro e o futuro das gerações de brasileiros que estão por vir.
Espero que esse artigo seja lido , não em deferência a mim e pelo esforço que me custou escrevê-lo, mas porque podemos encontrar nele informações e argumentos para uma conversa franca (e conversa franca faz bons amigos) com os nossos irmãos antes de que ingressem na cabine de votação.
Porque estas, meus irmãos e minhas irmãs, são as eleições das terras raras!
Boa leitura! Se lerem e concordarem que estas são as eleições das terras raras, por gentileza, compartilhem!
Né, Getúlio? Né, Brizola?