2025 Chegou, 2026 Está Logo Ali: Vamos à Luta, Temos Um País Para (Re)Construir!

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2025 Chegou e este não pode ser apenas mais um ano de esperanças:

Em decorrência disso, quase R$2 trilhões são perdidos anualmente em benefícios tributários, sonegação e juros da dívida pública, e aproximadamente R$600 bilhões são distribuídos a acionistas, através do pagamento de lucros e dividendos isentos de impostos, enquanto os trabalhadores amargam o pagamento de taxas altíssimas sobre os seus salários (ver aqui e aqui). 

Conforme já havia dito em artigos anteriores, publicados no Natal e na véspera da virada do Ano, a transformação desse cenário não será nada fácil, e, além de coragem política e planejamento técnico:

  • Dependerá de muita mobilização social, para pressionar governos e instituições contra a histórica subserviência a interesses externos;
  • E a falta de compreensão e de interesse que estes detêm quanto a real necessidade e capacidade produtiva e de desenvolvimento do país.

Superar essa conjuntura exige uma ruptura com práticas que priorizam os interesses do mercado financeiro em detrimento das reais necessidades do povo, sendo fundamental, para isso, implementar políticas estruturais que vinculem gastos públicos a metas de crescimento econômico e desenvolvimento social:

  • E promovam o alinhamento da política monetária com a economia real;
  • Estimulando a produção e a geração de empregos – fortalecendo a indústria, o mercado interno e o comércio local;
  • Cabendo ao Estado, nesse contexto, reassumir o papel de motor do desenvolvimento do país – promovendo investimentos estratégicos, priorizando a cidadania, a justiça social e a prosperidade coletiva.

Nesse sentido, 2025 precisa ser um marco para que possamos ultrapassar os limites da esperança e avançarmos em nossa capacidade de articulação e luta para construir um país mais justo e independente, reafirmando o reconhecimento do trabalhador como base da riqueza da nação.

Que o novo ano seja o ponto de partida para uma nova gestão da economia no Brasil:

  • Orientada pela realização, não apenas de uma auditoria e consequente redução no valor e nos juros da dívida pública;
  • Mas, principalmente, pela implementação de medidas de inclusão e crescimento real, baseadas na definitiva libertação do falso poder que o mercado financeiro exerce, ou acha que pode exercer, sobre as políticas do governo e a sua soberania para decidir onde, quando e como investir – de acordo com os reais interesses e necessidades do povo brasileiro (ver aqui).

Enfim, se agora, como todos dizem, é que verdadeiramente vai começar o terceiro governo Lula, após a saída do bolsonarista Campos Neto que, no comando do Banco Central, estava boicotando a economia do país, as perguntas que precisam ser feitas, são:

  • Com Galípolo, indicado pelo próprio Presidente Lula, portanto, seu suposto aliado na presidência do Banco Central, será que vão ser (realmente) garantidas as condições para Lula enfrentar a plutocracia e seguir  trabalhando pela construção de um país que verdadeiramente pertença ao seu povo?
  • Um país, cujos governos e governantes reconheçam, decididamente, a necessidade de prover o bem-estar de toda a população?

Sem romper com a chantagem do austericídio e infundir, na consciência popular, a real compreensão de como funciona o sistema monetário e o tal mercado financeiro,  isso não será possível:

Não podemos mais viver apenas de esperanças e na expectativa de um futuro de progresso e prosperidade, para todos, que nunca chega, e que, por interesses xenófobos, nos é vedado.

2026 está logo ali e os entreguistas (ver também aqui e aqui) estão, confortavelmente à espreita, conspirando para reassumir o poder central do Brasil e acabar, definitivamente, com o pouco que ainda resta de cidadania para o povo e de soberania ao país.

A hora é de transformar a indignação em mobilização e os discursos e a inoperância da retórica, em ação.

Vamos à luta, (re)construir o Brasil! 

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