“Amava a solidão. Era ela que deixava falar o que eu guardava por dentro”. Por Canal History Brasil

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Original em: http://youtube.com/post/UgkxWFejiNpfeGu3k_6vdZ_qaHcxNfiksCil?si=jRodpdklHd9kk9Sq
#HojeNaHistória Em 12 de setembro de 1957, morria, no Rio de Janeiro, José Lins do Rego, um dos grandes nomes da literatura brasileira e um dos principais representantes do romance regionalista do século XX.​
Nascido em Pilar (PB), em 3 de junho de 1901, José Lins do Rego estreou na literatura com “Menino de Engenho”, em 1932. A obra, inspirada em suas memórias de infância em um engenho de açúcar, foi muito elogiada pela crítica e marcou o início de uma produção dedicada, em grande parte, às transformações da sociedade nordestina.​
Seus romances retrataram o declínio do ciclo da cana-de-açúcar no Nordeste, explorando as relações sociais, os costumes e as mudanças econômicas da região. Entre suas obras mais conhecidas estão “Doidinho” (1933), “Bangüê” (1934), “Usina” (1936), “Fogo Morto” (1943) e “Cangaceiros” (1953).​
Parte da força de sua escrita estava no uso de uma linguagem próxima da oralidade, característica que contribuiu para tornar seus personagens e histórias especialmente marcantes.​
Além da literatura, José Lins do Rego também atuou como jornalista. Em 1926, mudou-se para Maceió, onde conviveu com escritores como Graciliano Ramos e Rachel de Queiroz. Mais tarde, já no Rio de Janeiro, trabalhou em veículos como Diários Associados e O Globo.​
José Lins do Rego morreu aos 56 anos, deixando uma obra fundamental para a compreensão da literatura e da sociedade nordestina brasileira.​

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