A Extraordinária Vitória De Lula Não É Apenas Uma Vitória Do Brasil E Da Democracia, É Também Uma Vitória Da Humanidade. Por Ricardo Guerra

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No dia 25 de outubro de 2026, o Povo Brasileiro fez uma escolha que ultrapassa as fronteiras do Nosso País.

A vitória de Lula para Presidente significa muito mais do que uma vitória eleitoral, é uma afirmação da soberania nacional, da democracia e da esperança como forma de mobilização política para melhorar e impactar positivamente a vida das pessoas.

Uma vitória contra a desumanização das pessoas por meio da política, contra a barbárie e contra o perigo representado pela volta do nazifascismo.

Ao eleger Lula, o Povo Brasileiro deixou claro que escolheu defender a dignidade das pessoas e o direito de construir um futuro sem submissão aos interesses dos poderosos.

Mas, acima de tudo, o Povo Brasileiro escolheu defender a civilização, a solidariedade e o respeito à vida diante de forças que alimentam o ódio, estimulam a intolerância e ameaçam conquistas históricas da humanidade. E mandou um recado ao mundo: o Brasil não é mercadoria e a nossa soberania não está à venda.

Um recado que também tem um significado extraordinário para a América Latina. Um continente marcado por desigualdades históricas, e que precisa compreender que é possível se reafirmar para enfrentar a pobreza, defender os direitos sociais e construir nações soberanas, capazes de dialogar com o mundo — sem aceitar a condição de ser meros satélites de qualquer potência.

Nós temos o direito de decidir nossos próprios caminhos, fortalecer nossa economia, reindustrializar o país, gerar empregos, distribuir renda e utilizar nossas riquezas para melhorar a vida do Nosso Povo.

Além disso, para o mundo, a vitória de Lula representa também a defesa do multilateralismo, da paz, da cooperação entre os povos e de uma ordem internacional menos desigual, na qual, a política precisa voltar a colocar o ser humano no centro de todas as decisões.

Afinal, nenhum indicador econômico vale mais do que uma criança alimentada, um trabalhador valorizado, uma família com moradia digna, um jovem com oportunidades e um idoso que possa viver com tranquilidade.

Em última análise, a economia deve servir à vida, jamais sacrificar a vida em nome dos interesses de uma instância fictícia e falaciosamente exaltada como o mercado financeiro.

Que essa vitória seja o ponto de partida para um novo ciclo de desenvolvimento nacional, integração latino-americana e solidariedade entre os povos.

Viva a democracia! Viva a soberania nacional! Viva o povo brasileiro!

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