Café — Foto: Ben Kolde/Unsplash
O Brasil é o maior produtor de café do mundo e os grãos cultivados no país abastecem não apenas o mercado externo, mas também as marcas vendidas aqui.
Apesar disso, muitos dos cafés encontrados nas prateleiras dos supermercados brasileiros pertencem a empresas estrangeiras.
É o caso do Café Pilão, da holandesa JDE Peet’s, gigante do setor que foi adquirida nesta semana pela norte-americana Keurig Dr Pepper.
Outras marcas populares, como Melitta, 3 Corações, Café Brasileiro, Café do Ponto e Caboclo, também são controladas por empresas com capital estrangeiro. A suíça Nestlé, dona do Nescafé e do Nespresso, também atua fortemente no país.
Essa participação de multinacionais no mercado é antiga e tem várias explicações.
O g1 conversou com Celírio Inácio, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), para entender o cenário.

