O chefe da ONU reafirma o direito inegável do Irã à autodefesa. Por Mehr news agency

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O chefe da ONU enfatizou a necessidade de evitar a escalada das tensões e de reduzir suas consequências humanitárias e de segurança na região.

Os comentários surgiram mais de três semanas após o início dos ataques ilegais que atingiram tanto a infraestrutura militar quanto a civil do Irã, resultando no martírio de inúmeras pessoas, incluindo o Líder da Revolução Islâmica, Aiatolá Seyyed Ali Khamenei, e altos comandantes, bem como centenas de mulheres e crianças inocentes, de acordo com a Press TV.

Segundo a Sociedade do Crescente Vermelho do Irã, as atrocidades danificaram mais de 70.000 alvos civis, como áreas residenciais, centros comerciais, escolas e infraestruturas vitais.

A República Islâmica retaliou atacando ativos israelenses e americanos sensíveis e estratégicos em toda a região, incluindo aqueles localizados em países da região que cooperam com os agressores.

Teerã reiterou seu direito à retaliação em conformidade com o direito internacional, ao mesmo tempo em que instou os Estados de toda a região a impedirem que seus respectivos territórios sejam usados ​​como bases para ataques em solo iraniano.

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